| Princípio | Prática |
|---|---|
| SSOT | perfis de provedor da CryptoFacts + research packs com hash de evidência |
| Taxas | Maker/taker com nota de base da taxa e data de captura |
| CTA | Só se status Brasil = aberto a CTA de cadastro e divulgação no botão |
| Unknown | Declarado em vez de preenchido com chute |
| GEO | Resposta primeiro, depois a prova |
O que é comparação com fontes
É o oposto de listaicle de vibes. Se o maker/taker da Binance Global aparece como 0,1%/0,1%, isso veio do perfil com nota de base da taxa (“standard global spot fee before discounts”) — e o leitor pode revalidar. A mesma regra vale para OKX (0,08%/0,1%, regular-user) e Bybit (0,1%/0,1%, Non-VIP).
Comparação com fontes não é:
- copiar ranking de influencer;
- misturar tier VIP com Non-VIP sem dizer;
- tratar rumor de autorização BCB como se fosse
status de mercadoverificado; - inventar FX ou IOF quando o perfil marca null / unpublished.
De onde vêm os dados
Três camadas, nesta ordem:
perfis de provedor da CryptoFacts(SSOT de produto). Taxas,nota de base da taxa,status de mercado, métodos de pagamento, notas de conformidade. Exemplo: Binance Global 0,1%/0,1%; Mercado Bitcoin com maker/taker null e Pix/bank_transferlistados.- Fontes oficiais/regulatórias referenciadas no pack. Ex.: hub de estabilidade financeira do BCB e Resolução BCB 520 para o contexto de transição VASP que sustenta muitos rótulos
somente editorial. - Research pack com
hash de evidência. Claims amarradas a evidência; a geração citaafirmações ligadas a evidênciaque existem no pack. Hash diverge → revisão não publica.
A CryptoFacts não mantém uma segunda planilha “oficial” de fees fora do perfil. Se o perfil está stale, o caminho certo é atualizar o perfil — não inventar número no artigo.
O que não fazemos
- Inventar FX quando o campo não está no perfil.
- Tratar
somente editorialcomo autorização BCB — ou como banimento. É “não verificamos entidade nomeada nesta captura”; CTA monetizado fica off. - Esconder parceria. Se
provedores com CTA de cadastroapontar provedormonetizable, a nota do CTA carrega divulgação comercial. Sem CTA, não inventamos disclaimer de afiliado performático. - Preencher gap com terceiros não ingeridos. Mercado Bitcoin: fee like-for-like não verificada no perfil → escrever o gap.
Binance Global vs. 2 alternativas
Um recorte rápido dos dados canônicos. Abra o comparador para ver todas as fontes e condições.
- Depósito
- Não verificado
- Taxa taker
- 0,1%
- Situação
- Somente editorial
- Depósito
- Pix + BRL
- Taxa taker
- 0,4%
- Situação
- Somente editorial
- Depósito
- Pix + transferência bancária
- Taxa taker
- 0,6%
- Situação
- Somente editorial
Como usar a CryptoFacts (passo a passo)
- Leia a resposta GEO / resposta rápida no topo.
- Abra a tabela ou o embed de snapshot — confira provedores ligados.
- No perfil (ou na tabela gerada a partir dele), leia taxa +
nota de base da taxa+ data. - Confira
status de mercado no Brasilantes de procurar botão de cadastro. - Só então compare produtos. Se um número material não tiver campo, trate como unknown.

Exemplo concreto: uma taxa com fonte
Afirmação aceitável: “Binance Global publica 0,1% maker / 0,1% taker no perfil CryptoFacts, com nota de base da taxa de taxa spot global padrão antes de descontos.”
Afirmação rejeitada: “Binance é a mais barata do Brasil” — mistura ranking, mercado BR e custo total sem evidência.
Afirmação rejeitada: “Mercado Bitcoin cobra X%” quando taxa maker/taxa taker são null no perfil.
Apêndice — pipeline editorial (opcional)
Para operadores: a geração vincula afirmações com evidência que existem no pacote de pesquisa e provedores vinculados que existem nos perfis; deriva de hash de evidência bloqueia a publicação da revisão. Aceitar/recusar continua com humano nomeado na publicação final. Leitores podem ignorar este apêndice — a regra Aceitar/Recusar no corpo basta.
FAQ
É recomendação de investimento? Não. É ferramenta de decisão editorial com fontes.
Por que alguns botões de conta somem? Porque status de mercado no Brasil não é monetizable (ex.: vários globais em somente editorial).
IA escreve e publica sozinha? Não. Geração entra em revisão; publicação exige hashes e checagens. A página do artigo não usa mais a linha performática “AI-assisted subject to review” no cabeçalho.
Posso citar só o Academy/Help Center sem o perfil? O pack pode referenciar essas URLs como evidência, mas o número que a mesa compara no produto continua sendo o do perfil ingestado.
Veredito
CryptoFacts = fatos cripto com fonte. Comparação com fontes = apontar o campo datado (ou declarar o unknown). Se não dá para apontar, não é fato — é vibe.
Por que GEO e fontes andam juntos
A resposta rápida no topo não substitui a prova — ela antecipa a decisão. A prova continua sendo o campo datado. Se a resposta rápida disser “0,1%/0,1% na Binance Global”, o corpo precisa mostrar de onde veio o número e qual o nota de base da taxa. Sem isso, a CryptoFacts estaria fazendo o mesmo atalho que critica nos vibes.
GEO também explica o formato: pergunta no título, veredito cedo, tabela curta, depois módulos nomeados. Não é “texto longo por SEO”; é para o leitor checar o fato sem ler tudo.
Relação com status comercial
status Brasil = só editorial (sem CTA de cadastro) nos globais citados nesta mesa (incluindo Binance Global neste explainer) significa: dá para comparar editorialmente; não dá para ligar CTA de cadastro até evidência de autorização nomeada. Isso é política de produto da CryptoFacts alinhada à captura — não um julgamento moral do app.
Quando um provedor for monetizable, a divulgação comercial mora na nota do CTA, não numa linha genérica de “conteúdo com IA” no cabeçalho do artigo.
O que muda para o escritor
Na geração, o Writer amarra afirmações ligadas a evidência que existem no research pack, provedores vinculados que existem em perfis de provedor da CryptoFacts, e um disclosure curto sem jargão de assistência de IA. A revisão agora também exige profundidade mínima de corpo (~800 tokens) para evitar stubs que passam checklist sem entregar mesa de pesquisa.
Se o pack não tiver claim para um número, a mesa não inventa o claim no artigo. O caminho é voltar ao research — não “completar” com vibe.